Irrigar sem outorga é uso irregular de recurso hídrico, sujeito a multa e à interrupção da captação — justamente quando a lavoura mais precisa de água. A Olmos Ambiental elabora o projeto técnico de irrigação e conduz a outorga de captação junto ao DAEE, legalizando o uso da água superficial ou subterrânea da propriedade.
Quem precisa de projeto e outorga
- Produtores que captam água de rio, córrego, nascente ou represa para irrigação;
- Propriedades com poço tubular profundo usado na produção;
- Projetos novos de pivô central, gotejamento, microaspersão e aspersão convencional;
- Produtores que precisam da outorga para financiar o sistema de irrigação;
- Regularização de captações existentes ainda não outorgadas.
Dimensionamento certo, outorga aprovada
A outorga depende de demonstrar tecnicamente a demanda hídrica da cultura e a disponibilidade do manancial: balanço hídrico, vazão captada, regime de bombeamento e interferência em outros usuários. Um pedido subdimensionado limita a produção; um superdimensionado é indeferido. Nosso projeto agronômico fundamenta a vazão exata de que a lavoura precisa.
Como a Olmos Ambiental conduz
- Estudo agronômico: demanda hídrica da cultura, solo e clima da região;
- Projeto de irrigação: dimensionamento do sistema e memorial técnico com ART;
- Processo de outorga: requerimento, estudos exigidos e protocolo no DAEE;
- Acompanhamento: resposta às exigências até a publicação da outorga e suas renovações.
Para outros usos da água — abastecimento industrial, poços e lançamento de efluentes — veja também a outorga de uso de recursos hídricos. A Olmos Ambiental conduz todos os processos junto ao DAEE.